A maricultura ganhou força no início da década de 1990, quando os antigos catadores perceberam o início da escassez de certos pescados, moluscos e crustáceos. Com isso, estudos foram feitos na tentativa de criar fazendas marinhas para a criação de determinadas espécies. As ostras e os mariscos foram pioneiros nessa nova atividade.
Situada na praia da Cocanha, a Associação dos Maricultores fez de Caraguatatuba a cidade que mais produz mexilhão no país. São três fazendas na cidade, que possuem posição estratégica para este cultivo. A maricultura chegou a Caraguatatuba em 1989, dando às famílias de pescadores uma nova fonte de renda, perdida com o declínio da pesca artesanal. Atualmente são quinze criadores capacitados.
Em Ilha Grande o negócio avançou e hoje são três moluscos cultivados: mexilhões, ostras e coquilles de Saint Jacques (as deliciosas vieiras). Essa iniciativa despertou o interesse dos filhos dos antigos caiçaras que, pelas dificuldades da pesca, viram grande oportunidade de ganho de renda nessa atividade. Isso sem falar no ganho ambiental. Estas fazendas marinhas então no Sítio do Forte, na praia Longa e na do Bananal.
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