Já no primeiro contato com as peças, percebe-se a preocupação das sócias em todos os detalhes. Do desenvolvimento dos tecidos tecnológicos e biodegradáveis ao tingimento vegetal impecável.
O tingimento natural sempre foi uma preocupação da marca, nos conta Thabata. Como conciliar durabilidade, cores vibrantes e sustentabilidade? A resposta veio de pesquisas, viagens e, segundo ela, do resgate da sabedoria ancestral de quem encontra na biodiversidade, formas mais naturais de se viver.
Mas economia criativa e sustentabilidade não se resumem apenas ao produto final e sim a todo o processo de produção. Por isso, diz Amanda, respeitamos a cultura local de nossos produtores, valorizamos o trabalho manual e respeitamos o tempo harmônico das etapas de produção.
Na primeira coleção “Darsana” (visão em Sânscrito), Amanda conta que se basearam na Filosofia Budista, na simplicidade dos monges, na conexão com o todo e no conceito de você estar sempre no lugar que deveria estar. “Buscamos nas cores, o estado de presença, o equilíbrio e a harmonia que queremos transmitir”. As cores que predominam são o vinho, laranja e amarelo que contrastam com o tom rosa extraído do Pau-Brasil.
O cidadeecultura.com deseja todo o sucesso a iniciativas que visem o bem comum e o respeito ao meio em que vivemos.
Para saber mais: www.satyabeachwear.com.br
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