Sua localização se deu por conta das defesas do norte da ilha não serem abrangentes o suficiente, podendo o invasor contorná-la e chegar pelo flanco sul. O material utilizado na construção foi pedra e cal sobre muralhas de até 1,20 metros de espessura. Em seu armamento bélico havia dez canhões, sendo seis de ferro e quatro de bronze. Contudo, apesar dos equipamentos de defesa, quando da guerra entre Portugal e Espanha, o forte foi dominado pelos espanhóis entre 23 de fevereiro de 1777 e 12 de agosto de 1778. Finalmente, o forte retornou às mãos de Portugal com a assinatura do Tratado de Santo Ildefonso.
Posteriormente, em 1857, abrigou a Escola de Aprendizes Marinheiros de Santa Catarina e, mais tarde, a Companhia dos Inválidos. Também foi cenário para a Revolução Federalista, quando foi bombardeado duramente pelos rebeldes. No século XX serviu como estação meteorológica do Ministério da Agricultura.
Ainda hoje, podemos ver o Quartel dos Soldados, a cozinha, o Quartel dos Oficiais e a Casa da Palamenta. Foi tombado pelo IPHAN e restaurado. Hoje, abriga o Museu de Armas “Major Antônio de Lara Ribas”.
Onde: Ponte Hercílio Luz, 1.400.
Palamenta é a reunião de tudo o que é necessário para funcionar uma artilharia. A Casa da Palamenta normalmente era construída ao lado de onde os canhões eram posicionados.
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