Localizada a 130 km da capital mineira, a cidade de Santana dos Montes é cercada pela Serra do Espinhaço e possui reservas da Mata Atlântica habitadas por fauna e flora de rara beleza, fazendas tombadas pelo Patrimônio Histórico e Artístico do estado e áreas de Preservação Permanente.
Nasceu como vilarejo chamado “Morro do Chapéu” no período da extração do ouro, passando pela agricultura e pecuária, e hoje investe principalmente no turismo rural, oferecendo aos turistas várias opções de entretenimento e locais históricos a serem visitados.
A Igreja Matriz de Sant’ana, datada do século XVIII, situada na Praça da Matriz, mantém as portas e janelas originais e, no seu interior, pinturas de Francisco Xavier Carneiro e imagens dos séculos XVIII e XIX.
No Museu Latino-Americano de Tecnologia Rural, há peças da Coleção Marco Alajmo, formada por cerca de 250 itens relativos ao trabalho rural, do século XIX e início do século XX, vindos de diferentes países da América Latina.
Ainda no centro da cidade, o Solar dos Montes, um casarão colonial preservado, hoje transformado em hotel, é uma das construções tombadas que revisitam o passado.
Santana dos Montes é uma excelente opção para fazer trilhas, cavalgadas e conhecer a produção de bebidas artesanais, como cerveja, cachaça e vinho.
A Fazenda Guarará é responsável pela elaboração da cerveja artesanal Loba, da cachaça Itaveravense e do vinho Dos Montes. O local é aberto para a visitação dos turistas, e é possível conhecer o processo de produção da cervejaria artesanal, degustar os chopes e fazer compras na loja de fábrica. Na cachaçaria da fazenda, uma enorme roda d’água, barris que vão do chão ao teto e paredes de pedra remetem ao passado. São produzidas ali as cachaças prata e branquinha, que saem direto do alambique para a garrafa, e a cachaça ouro, envelhecida em barris de amburana.
Já para quem prefere o tradicional vinho, na fábrica Dos Montes ele é feito com uvas do parreiral da fazenda. O turista pode degustar as variedades merlot, shiraz, cabernet franc e tempranillo numa adega intimista, com barris e garrafas na decoração à meia luz.
Para fechar a viagem, vale uma visita à Cachoeira do Santinho, formada por pequenas quedas em sequência, que deságuam e formam um excelente local para banho, e à Fazenda da Pedra, construída em cima de uma grande rocha com mão de obra escrava, um dos poucos exemplares da arquitetura bandeirista em Minas Gerais.
Texto por: Patricia de Campos
Foto destaque por: Acervo Setur-MG / Sérgio Mourão / Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais / Portal Minas / reprodução via https://www.minasgerais.com.br/pt
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