Um dos grandes atrativos culturais de Belo Horizonte é o Museu de Artes e Ofícios – MAO. Nele encontramos vasto acervo que explora o universo do trabalho, dos ofícios e das artes no Brasil. É uma reflexão do trabalhador no processo histórico e no desenvolvimento social e humano. Abriga cerca de 2.500 peças originárias entre os séculos XVII e XX, na maioria, doadas pela empreendedora cultural Ângela Gutierrez. São utensílios, ferramentas, máquinas, instrumentos e equipamentos relacionados ao meio produtivo pré-industrial brasileiro. Estão destacadas as áreas de curtumes, alimentício, mineração, ourivesaria, lapidação, energia e tecelagem. Esse acervo é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.
Com uma organização educativa excepcional para a compreensão dos processos da produção em suas várias vertentes, o Museu, de forma didática, coloca o visitante em trilhas, nas quais ele é automaticamente transportado às várias etapas de transformação das matérias primas ao produto final. São elas: a Trilha da Mineração que percorre todas as etapas, desde a descoberta das minas de ouro e pedras preciosas, até os meios de extração. A Trilha Afro-brasileira demonstra os diversos ofícios utilizando a mão escrava e a sua importante colaboração no desenvolvimento da economia brasileira. A Trilha da História do Trabalho utiliza tecnologia para a explanação das diversas áreas da evolução dos ofícios. A Trilha Pequenos Caminhos é direcionada às crianças que, de forma lúdica, aprendem sobre o universo do trabalho. E a Trilha Mulheres e Ofícios que promove indagações sobre a importância da força feminina no desenvolvimento histórico nas atividades econômicas da sociedade brasileira.
O Museu foi inaugurado em 2006, e está situado na Estação Ferroviária Central de Belo Horizonte, cuja edificação também pertence ao patrimônio cultural da capital mineira. Os dois prédios da Estação, de estilo neoclássico, compõem o conjunto arquitetônico do centro de Belo Horizonte, devidamente tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA. Atualmente o MAO é gerido pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais e conta com apoio do Instituto Cultural Flávio Gutierrez, da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e da Companhia Brasileira de Trens Urbanos.
Onde: Praça Rui Barbosa, 600 – (31) 3248-8600 – Centro – Belo Horizonte.
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