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quarta-feira 20 março 2019
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Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto

Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto

Fachada da Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto. Foto Leandro Neumann Ciuffo

A Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto, construída a partir de 1766,  é um dos tesouros nacionais mais representativos de nossa história colonial. Também conhecida como Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis da Penitência, é um retrato fiel do Barroco e do Rococó brasileiro. O projeto e os elementos decorativos foram criados por Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.

Aleijadinho é considerado o maior artista barroco das Américas. Porém sua vida é repleta de mistérios, mas nada que possa manchar o esplendor de suas obras, tão ricas e evidentes na Igreja de São Francisco. Um exemplo da riqueza do trabalho de Aleijadinho é o pórtico de ombreiras geminadas, verga recortada com querubins laterais e medalhão de Nossa Senhora da Conceição na parte central.

O mestre pedreiro Domingos Moreira de Oliveira cuidou de toda a parte de alvenaria. O mestre Manoel da Costa Ataíde, maior pintor do período colonial, decorou o teto da nave e vários painéis, como o do “Assunção de Nossa Senhora”.

Manoel Gonçalves executou o tapa vento, em 1806, e Lucas Evangelista de Jesus confeccionou as portas principal e laterais. Os ladrilhos dos corredores datam de 1826.

A igreja de São Francisco é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. É também uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa do Mundo. E foi o destaque quando Ouro Preto foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

Barroco mineiro

Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto

Detalhe Fachada. Foto Mariana Leme

Estilo arquitetônico desenvolvido em Minas Gerais no início do século XVIII até o fim do século XIX. Suas principais características são expressas principalmente nos ornamentos de interiores e fachadas das construções, com influência do Rococó. A riqueza das construções foi uma consequência do Ciclo do Ouro, que possibilitou o incentivo às artes e a prosperidade das cidades de Outo Preto, Diamantina, Serro, Mariana, Tiradentes, Sabará, São João del-Rei e Congonhas.

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