O pequeno povoado de Chinchero, chamada de “cidade do arco-íris”, fica na margem esquerda do vale sagrado e no quilometro 28 da estrada que liga Cusco ao povoado de Urubamba. Está a 3.770 metros acima do mar e guarda inúmeras ruínas das construções Incas.
Ao chegar no povoado você é obrigado a estacionar seu carro e seguir a pé entre suas ruas centenárias, estreitas e íngremes. Ao longo do caminho, vai apreciar a cultural ancestral da tecelagem e tingimento da lã de alpaca. Isso porque você passará por algumas tecelagens antes de chegar a praça principal do sítio, onde as peruanas mostram em detalhes a arte da produção da lã e seu tingimento com corantes naturais.
Uma feira artesanal e colorida te aguarda na praça principal do parque. Ela é considerada uma das mais importantes da região, seja pela qualidade final de seus produtos, ou por serem confeccionadas por descendentes Incas.
Aliás, a cultura Inca ainda está bastante presente neste local, seus habitantes possuem o sangue Inca de seus ancestrais e ainda preservam o idioma nativo, o quéchua. O espanhol aqui é tido como a segunda língua do povoado.
Hoje, além do turismo, a região sobrevive da agricultura, produzindo batatas, feijão, cevada, trigo e outros.
Na verdade, a vila foi construída em cima das milenares ruínas, como é o caso da igreja de Chinchero, que foi erguida em cima de um enorme muro de pedras. A igreja data de 1607 e suas paredes internas são cobertas por pinturas florais por todos os lados.
As ruínas, segundo alguns estudiosos, era de um dos palácios do Inca Tupac Yupanqui. O povoado Inca se rendeu aos espanhóis no final do século XVI, mas não antes de queimarem suas plantações para que não servisse de suprimentos para o inimigo. Em meados de 1575, com a visita do vice-rei Francisco de Toledo, o local foi transformado em uma fazenda. E, somente em 1905, foi criado oficialmente o distrito de Chinchero, um dos sete distritos da Província de Urubamba, Cusco, Peru.
Na parte externa da vila, pode-se observar a cultura Inca na preparação do terreno para a produção agrícola. Os terraços Incas, inteligência e precisão para o aproveitamento da luz solar, otimização da irrigação natural e melhor aproveitamento da área de plantio.
Um dos atrativos turístico que mais gostei em Cusco.
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