Intervenção foi realizada em quatro meses, com materiais autorizados pelo IPHAN e investimento de aproximadamente R$ 172 mil
A Igreja do Rosário, localizada no Centro Histórico de Paraty, passou por um processo completo de restauro com apoio do Sandi Hotel e mobilização de doadores locais, reforçando o compromisso da família com a preservação do patrimônio cultural da cidade. A iniciativa foi liderada por Vinícius Balogh, responsável pela articulação do projeto e pela mobilização de apoiadores em torno da recuperação do templo histórico, junto com a Fundação Taiama e a sociedade civil.
O restauro do Rosário sucede a recuperação da Igreja de Santa Rita, realizada anteriormente também sob articulação de lideranças locais, ampliando uma sequência de ações voltadas à preservação das igrejas históricas da cidade. A obra foi executada ao longo de quatro meses, sob responsabilidade técnica de engenheiro civil, com utilização exclusiva de materiais autorizados pelo IPHAN, garantindo a manutenção da integridade histórica da edificação.
A intervenção contemplou a recuperação estrutural da fachada, recomposição de rebocos, pintura, restauro da parte de ferro fundido, incluindo luminárias, além da requalificação da área interna, como sacristia e entorno do altar. O objetivo foi devolver estabilidade e dignidade ao edifício, respeitando suas características arquitetônicas originais.
Com investimento aproximado de R$ 172 mil, viabilizado por meio dessa articulação conjunta, o projeto consolida uma atuação contínua do Sandi Hotel e do ecossistema do Quadrado Mágico na conservação do patrimônio histórico de Paraty, conectando hospitalidade, cultura e responsabilidade com o território.
Sandi Adamiu, empresário à frente do Sandi Hotel e integrante da família responsável pelo empreendimento há mais de três décadas em Paraty, explica que a decisão de apoiar o restauro está diretamente ligada ao vínculo histórico da família com o município. “A Igreja do Rosário faz parte da memória viva de Paraty. Preservar esse patrimônio é uma forma de cuidar da identidade da cidade que acolheu nossa família há décadas. Não se trata apenas de arquitetura, mas de história, fé e pertencimento”, afirma.
A iniciativa reforça o papel do setor privado na preservação de bens históricos e na valorização da memória arquitetônica da cidade, reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO.
Texto por agência com edição de Isadora Lacerda
Foto por Divulgação
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