Navegação e praticagem são duas atividades que caminham juntas, pois não há como atracar um navio sem os conhecimentos prévios das condições de um porto. No Brasil, oficialmente a praticagem se dá com a abertura dos portos com D. João VI. Em Santos, a organização dessa profissão começa no ano de 1870. Porém, a regulamentação da praticagem acontece somente em 1961 e a Marinha do Brasil torna-se o órgão gestor da profissão.
Os comandantes dos navios não têm total conhecimento dos detalhes das águas próximas de um porto. O fundo do canal de navegação possui obstáculos, como relevo variado abaixo da superfície, muitas vezes próximo do casco, calado de acordo com o tamanho do navio, dependendo de seu peso e carga. As rotas dentro de um porto e em terras próximas têm de ser bem definidas. Qualquer falha pode ter graves consequências. Os práticos são altamente qualificados.
A praticagem do Estado de São Paulo é a ZP 16 e conta com um suporte de mais de cem funcionários, atua 24 horas por dia, 365 dias por ano, mesmo em condições climáticas difíceis. Organiza a entrada, a saída e a movimentação de navios dentro do porto e coordena o tráfico marítimo, gerenciando todos os riscos navais em águas restritas. Também é responsável pelo balizamento e a fiscalização das normas das autoridades marítimas e portuárias. Possui uma frota de lanchas de barra, porto e postes de amarração.
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