Lugano reúne natureza, cultura e gastronomia em um dos cenários mais charmosos da Suíça

Com palmeiras à beira d’água, picos com vista para os Alpes e hospitalidade suíça, a cidade se firma como destino para quem busca sofisticação sem pressa.

Em Lugano, o lago dá o tom de tudo. Ele aparece pela janela do quarto de hotel e acompanha os passeios pelo calçadão arborizado. É por ele que os barcos chegam às vilas de pedra da margem, e é diante dele que o pôr do sol tinge as montanhas ao redor. Poucas cidades europeias concentram, num raio tão curto, natureza alpina, arte, vinhos autorais e um serviço de padrão suíço. Por isso Lugano merece ser o destino da viagem, e não uma parada no caminho.

O ideal é reservar pelo menos duas noites, de preferência três dias. Hóspedes de mais de 500 hotéis e acomodações parceiras recebem o Ticino Ticket, que inclui transporte público gratuito durante toda a estadia e mais de 170 vantagens em barcos, teleféricos e atrações.

Entre o lago e o céu

A forma mais elegante de conhecer Lugano é pela água. Do centro partem barcos para Gandria e Morcote, vilarejos de pedra debruçados sobre o lago. Gandria também pode ser alcançada a pé pelo Sentiero dell’olivo, uma caminhada leve de pouco mais de uma hora entre oliveiras, a partir de Castagnola. As montanhas ficam na porta de casa. O Monte San Salvatore, conhecido como o “Pão de Açúcar da Suíça” e parceiro do Bondinho Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, desde 2024, oferece vista de 360° sobre o lago e os Alpes. Do outro lado da baía, um funicular sobe ao Monte Brè e seus vilarejos de montanha.

Arte, literatura e vinho com assinatura

À beira do lago, o LAC Lugano Arte e Cultura reúne museu e programação de música e teatro. Nas colinas, em Montagnola, Hermann Hesse escreveu Sidarta, e hoje um museu dedicado ao escritor funciona na Torre Camuzzi. A paisagem também se prova na taça. Na Tenuta Castello di Morcote, vinhedos cercam um castelo do século 15 e as degustações, com reserva, incluem caminhada pelas vinhas. Na Fattoria Moncucchetto, a adega leva a assinatura do arquiteto Mario Botta e a sala de degustação ocupa o último andar, com vista para a cidade. Para fechar o dia, há desde os grotti, tabernas de pedra que funcionam sobretudo entre a primavera e o início do outono, até a cozinha estrelada: o sul da Suíça soma 10 restaurantes no Guia Michelin 2025.

Hospitalidade em vários estilos

A hotelaria acompanha o cenário. Endereços históricos à beira do lago, como o Grand Hotel Villa Castagnola e o Hotel Splendide Royal, convivem com hotéis boutique no centro e opções mais acessíveis, todos com o padrão de serviço suíço.

Quem estender a estadia ganha ainda o norte da Itália como passeio de um dia: a cidade de Como fica a cerca de 35 a 45 minutos de trem, e Milão a pouco mais de uma hora. Para quem segue viagem pela Suíça, Lugano é ponto de partida do Bernina Express e do Gotthard Panorama Express, que operam na temporada de primavera a outono.

Lugano em números
998.234 pernoites hoteleiros em 2025 (+2,5%) · alta de 11% nos pernoites de brasileiros · mais de 500 acomodações parceiras do Ticino Ticket · 10 restaurantes estrelados no Guia Michelin 2025 no sul da Suíça

Serviço

  • Como chegar: trem desde Milão (cerca de 1 hora) ou voo direto São Paulo–Zurique e trem até Lugano (cerca de 2 horas).
  • Quando ir: o ano todo. Primavera e outono para caminhadas e vinícolas; verão para festivais ao ar livre.
  • Instagram: @luganosuica
  • Mais informações: luganoregion.com

Texto por agência com edição