A ONG Instituto Boto-Cinza, em Mangaratiba, trabalha pela preservação da maior população do mundo dessa espécie. A baía de Sepetiba, a quinta maior baía do Brasil, é considerada um importante ecossistema costeiro marinho, devido à enorme quantidade de espécies de fauna e flora que abriga.
Uma das espécies que mais tem sofrido com a degradação ambiental é o golfinho da espécie boto-cinza. A maior população da espécie já registrada habita os mais de 500 km² da baía de Sepetiba.
O Instituto Boto-Cinza tem como missão preservar essa espécie de golfinho e de todo o ecossistema marinho. O seu trabalho inclui:
O IBC conseguiu o reconhecimento da espécie como uma das dez mais ameaçadas de extinção do Estado do Rio de Janeiro; o reconhecimento do boto como patrimônio natural de Mangaratiba; a criação da Área de Proteção Ambiental Marinha Boto-Cinza, entre outras conquistas. Também mantém um museu dedicado ao boto-cinza em sua sede. Lá é possível ver ossadas de golfinhos e baleias, aprender sobre a evolução da espécie, ouvir os sons emitidos por esses animais, bem como conhecer o trabalho desenvolvido pela ONG.
Outra atividade impulsionada pelo Instituto é o turismo de base comunitária de observação de botos-cinza, que permite avistá-los no seu ambiente natural. Para a realização de viagens de turismo, vários pescadores artesanais da comunidade local foram capacitados para esse trabalho e se tornaram “condutores amigos do boto-cinza”, e o agendamento é feito através do próprio Instituto. Aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.
Onde: Rua Gastão de Carvalho, lote 2 – quadra 4 – Itacuruçá – www.institutobotocinza.org – Mangaratiba.
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