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domingo 24 setembro 2017
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Alambiques em Paraty

Alambique Paratiana

Alambique Paratiana

A Pinga

Produto que hoje sobe nos patamares internacionais de bebidas destiladas, a pinga foi, inicialmente, muito criticada e rejeitada pelas altas rodas sociais, tendo a Coroa Portuguesa inclusive proibido o seu consumo. Entre desafetos e amor incondicional, a pinga sobreviveu a tudo e conseguiu seu merecido destaque. Com o passar do tempo, a produção dessa bebida foi aperfeiçoada e, consequentemente, qualificou-a para estar presente em todas as mesas.

Paraty preservou essa herança do Brasil colonial que, no século XVIII, chegou a ter mais de duzentos engenhos (uns atuando até hoje). Atualmente é uma das cidades brasileiras com lugar de destaque na fabricação de pinga, além de contar com várias citações históricas, como a do Ouvidor José Antônio Valente, em 1805, que escreve sobre a qualidade da cachaça paritiense: tão boa que não deveria ser moeda de troca na compra de escravos e sim exportada diretamente para a Europa. Em 1908, Paraty ganhou a medalha de ouro na Exposição Industrial e Comercial do Rio de Janeiro, com a Pinga Azuladinha. O sucesso é tanto que todos os anos o “Festival de Típicos e Pinga de Paraty” atrai milhares de pessoas. Esse festival começou na década de 1980, por iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Paraty – ACIP, reunindo culinária e produtos artísticos típicos.

Visite os alambiques

  • Alambique Paratiana – Estrada da Pedra Branca, km 1 – (24) 3371-6329/3371-9620.
  • Cachaça Engenho D’Ouro – Rod. Paraty-Cunha, km 8 –  24) 99832-7339/99905-8268/7812-1543/7812-3290.
  • Pedra Branca Cachaça de Paraty – Estrada da Pedra Branca, km 1, 1.100  – (24) 3371-1108/7835-4065.
  • Coqueiro – Rodovia Rio-Santos, km 583 – Fazenda Cabral – (24) 3371-0016.
  • Cachaça Maria Izabel – Sítio Santo Antônio, s/n – (24) 9999-9908.
  • Cachaça Corisco – Estrada do Corisco, s/n – (24) 3371-0894

 

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